O Ecossistema Dakila divulgou uma nota oficial informando que, neste momento, não concederá entrevistas nem fornecerá informações institucionais aos veículos Campo Grande News, Midiamax, Correio do Estado e Revista Piauí. A decisão, segundo a organização, foi motivada por sucessivas experiências consideradas negativas no relacionamento com esses meios de comunicação.
De acordo com o comunicado, os veículos passam a integrar uma lista de órgãos de imprensa considerados “não recomendados para relacionamento institucional”, ficando temporariamente excluídos de entrevistas, ações de comunicação e demais iniciativas oficiais promovidas pelo grupo.
A Dakila afirma que a medida decorre de um histórico de publicações que, em sua avaliação, apresentaram informações incorretas, distorcidas ou sem a devida contextualização dos fatos. Segundo a entidade, tais situações comprometeram a confiança necessária para uma relação transparente entre fontes de informação e imprensa.
No caso específico dos órgãos de imprensa campo-grandenses, a relação se tornou inviável neste ano, após a tentativa frustrada dos veículos em vincular o Ecossistema Dakila e o seu CEO, Urandir Fernandes de Oliveira, a supostos crimes de fraude em licitações sem que – de acordo com o Gaeco e o Ministério Público -, ambos tivessem qualquer envolvimento ou ao menos suspeita com o caso. Mesmo assim, o “jornalismo” desses órgãos usaram o nome da entidade e de seu dirigente de forma sistemática, se utilizando de ilações despropositadas e, principalmente, de títulos sensacionalistas para induzir o leitor a acreditar em envolvimento com os crimes.
Portanto, no documento publicado ontem em redes sociais ligados à Dakila, a organização reforça seu compromisso com a divulgação responsável de suas atividades, pesquisas e projetos, destacando princípios como transparência, apresentação de evidências e respeito ao direito da sociedade de ter acesso a informações precisas e contextualizadas.
A nota também informa que medidas judiciais vêm sendo adotadas sempre que a instituição entende que houve divulgação de conteúdos considerados inverídicos ou prejudiciais à sua imagem. Segundo a Dakila, essa postura busca preservar sua reputação institucional e garantir o tratamento adequado das informações relacionadas às suas atividades.
Apesar da restrição anunciada, a organização afirma que a decisão não é definitiva. O posicionamento poderá ser revisto futuramente, caso sejam restabelecidas as condições de confiança consideradas necessárias para uma interlocução equilibrada entre as partes.
A Dakila ressalta ainda que espera, em futuras coberturas envolvendo suas pesquisas, projetos e iniciativas, a observância de critérios como rigor jornalístico, contextualização adequada dos fatos e compromisso com a precisão das informações.
O comunicado foi divulgado pela Comunicação Dakila e integra uma série de posicionamentos institucionais voltados ao relacionamento da organização com a imprensa e à divulgação de suas atividades junto à sociedade.
Por Rogério Alexandre Zanetti
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