No mês da celebração dos 126 anos de Campo Grande, o Ranking Brasil Inteligência ouviu de 1.000 pessoas de todas as regiões o que fariam para melhorar a cidade, se fosse o prefeito. Os dados levantados servem de sugestões a prefeita Adriane Lopes (PP) para atender as necessidades apontadas pela população em seus bairros.
O grande destaque da pesquisa foi saúde e hospital com 30% defendendo maior investimento no setor; 25,4% contratariam mais médicos e não deixariam faltar remédios para a população.
A pesquisa do Ranking verificou a insatisfação de 45% com o atendimento nas unidades de saúde. Esses entrevistados consideram ruim e péssimo os serviços prestados. E sobre a saúde oferecida pelo município, 46% reprovam como ruim e péssimo. Então como prefeito da cidade, grande parte das pessoas ouvidas, daria prioridade ao setor da saúde.
Ainda como prefeito da cidade, 20% tomariam medidas para combater a corrupção e ladroagem na administração municipal. Outros 15% investiriam mais em infraestrutura e tecnologia.
Outro ponto destacado na pesquisa, foi a demissão dos cupinchas e comissionados por 15% dos entrevistados, se estivessem sentados na cadeira do prefeito.
Eles (9,6%) buscariam, também, ajudar a população mais humilde e até o cuidado dos animais e meio ambiente foram colocados por 8% como prioridades. Há, ainda, 7,4% com planos de fazer maior investimento em segurança pública.
Já 6,8% dos entrevistados, como prefeito, fariam parceria com o governo federal para ampliar os investimentos em Campo Grande. Hoje sem apoio financeiro da União, o município não teria condições de fazer os investimentos necessários para atender as necessidades de Campo Grande com quase 1 milhão de habitantes.
Como prefeito, 5,2% da população dariam maior atenção na limpeza da cidade, sobretudo, das praças. Outros 5% colocariam mais ônibus nas ruas. Dentro do bojo da ampla pesquisa do Ranking, 75% consideram ruim e péssimo o transporte coletivo da cidade.
Não faltou quem (4,4%), como prefeito, ajudaria primeiro a família. Outros problemas apontados foram mencionados por 3,6% e 4,8% não responderam ou não sabiam como agir sentados na cadeira do prefeito.
Apesar dos problemas, as perspectivas para o futuro de 52% das pessoas, que moram em Campo Grande, são de que vai melhorar. Já 22,4% acreditam que vai ficar igual, 20,6% acham que vai piorar e 8% não opinaram.

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